quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Poema Bucólico II

Quando o vento bate brando
Em minha face despida
E a cachaça já não queima mais
Ao envolver o meu fígado
Da mesma forma inusitada
Como seu perfume
Envolve minhas narinas
Ou como o sentimento Cósmico
Que enlaçado nos movimentos
Involuntários do meu coração
Me faz vivo e apaixonado
Igual ao vento a beija
A relva nesse fim de tarde
Ou sua face ao anoitecer.

Diresende 10:05 17/09/09

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