Poema Bucólico II
Quando o vento bate brando
Em minha face despida
E a cachaça já não queima mais
Ao envolver o meu fígado
Da mesma forma inusitada
Como seu perfume
Envolve minhas narinas
Ou como o sentimento Cósmico
Que enlaçado nos movimentos
Involuntários do meu coração
Me faz vivo e apaixonado
Igual ao vento a beija
A relva nesse fim de tarde
Ou sua face ao anoitecer.
Diresende 10:05 17/09/09
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário